sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A relevância da liderança no final da primeira volta


Fechada a primeira volta do campeonato que não foi nada positiva para o Sporting, deixo uma análise aos resultados dos últimos 20 anos para demonstrar a importância de fazer uma grande primeira metade de campeonato. 

Os campeões de inverno



No quadro anterior é possível vermos os líderes do campeonato no final da primeira volta dos últimos 20 anos. Como podem verificar, o Porto lidera este "ranking" de forma destacada. Nos últimos 20 campeonatos o Porto chegou ao final da primeira volta na liderança por 11 ocasiões. Benfica conseguiu por 4 vezes, Sporting em 3 ocasiões e Braga e Boavista por uma ocasião. 

Campeões de Inverno Vs Campeões Nacionais


Retirando esta época da análise - porque ainda não há campeão - é possível concluir que a probabilidade de a equipa que termina a primeira volta em 1º lugar fechar a Liga como campeã nacional é muito grande. Em 14 das 19 últimas edições, o "campeão de inverno" festejou o título nacional em Maio. 

As igualdades no final da 1ª volta


Em duas das cinco ocasiões que o "campeão de inverno" não se sagrou campeão nacional, o número de pontos do líder no final da 1ª volta era o mesmo de outros concorrentes. Aqui ficam os 2 casos.

2004/2005 - Benfica campeão
No final da primeira volta de 04/05 o Sporting era líder mas com os mesmos pontos de Benfica e Porto. Acabou por ser uma luta quase até ao último suspiro com o derby do Estádio da Luz com o mítico lance faltoso de Luisão sobre Ricardo deu o título ao Benfica.

2009/2010 - Benfica campeão
- Em 09/10 o Braga foi "campeão de inverno" mas só por uma questão regulamentar uma vez que tinha os mesmos pontos que o Benfica. Esse campeonato acabou por ser decidido na última jornada. 

Relativamente a estes dois campeonatos nem sequer se pode falar de uma verdadeira recuperação. 

A 3 "verdadeiras" recuperações


1999/2000 - Sporting campeão
O Porto liderava o campeonato no final da primeira volta com 3 pontos de avanço do Sporting. Os comandados de Augusto Inácio conseguiram recuperar esta desvantagem sendo que o clássico de Alvalade foi crucial para a conquista do campeonato. 

2011/2012 - Porto campeão
No final da primeira volta o Benfica liderava o campeonato com um avanço sob o Porto de 2 pontos. A liderança do Benfica manteve-se até à 21ª jornada, altura em que o Porto foi ao Estádio da Luz vencer por 3-2 e assumir a liderança da Liga 

2015/2016 - Benfica campeão
Sporting acabou a primeira volta com 4 pontos de avanço de Porto e Benfica. A recuperação do Benfica ficou consumada na 25ª jornada quando o Benfica ganhou no Estádio de Alvalade por 1-0. 

"Aspirações intactas"


As conclusões que retiramos destes números são claras. Quem acaba a primeira volta na liderança muito dificilmente não se sagra campeão nacional. Como vimos isto aconteceu "verdadeiramente" em 3 ocasiões nos últimos 19 campeonatos e nestes casos o jogo entre os candidatos na segunda volta foi decisivo. 

Posto isto, a conclusão é simples: Neste século nunca nenhum clube recuperou de uma desvantagem superior a 4 pontos no final da primeira volta. Neste momento, o Porto tem 5 pontos de vantagem do Benfica e 8 do Sporting e joga com ambos no Estádio do Dragão na 2ª volta. 

Serve este exercício para demonstrar que os campeonatos se começam a ganhar desde a primeira jornada e que nos momentos certos é preciso ganhar os confrontos directos para recuperar ou ultrapassar quem vai na frente. Tenho de voltar a bater na tecla da falta de atitude competitiva e de mentalidade vencedoa. Foi muito isto que faltou no Sporting para partir em busca da vitória no clássico da semana passada, mesmo sabendo que seria preciso correr alguns riscos. Riscos que tinham de ser corridos por quem se deixou ficar para trás na corrida ao título.

Vencer o jogo reduziria a diferença para 5 pontos e qualquer percalço do Porto poderia colocar o Sporting a depender apenas de si na luta pelo título. Infelizmente, o empate foi o resultado final e o Sporting tem de recuperar 8 pontos ao Porto. Tantos quanto o número de pontos desperdiçados pelos Dragões na primeira metade de campeonato. Só um milagre. E daqueles que dão direito a canonização.

Mas, mais cego do que quem não vê e do que quem não quer ver, são aqueles que querem que outros vejam coisas que não existem. Dizem os senhores da comunicação do Sporting no Jornal do clube que as nossas aspirações ficaram intactas depois de um um clássico que nos deixou no 4º lugar da Liga a 8 pontos do líder.


Do mal o menos, ninguém se aleijou...

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Ao cuidado da juíza Ana Peres e dos juízes do tribunal da relação



Durante o dia de ontem foram reveladas informações muito importantes relevantes sobre o processo dos emails. Segundo o Correio da Manhã, o "Benfica escondeu contas bancárias" do Ministério público. Uma informação retirada do próprio processo e que está a ser ignorada pela restante imprensa.

O artigo e a reportagem


Aqui fica o artigo e a reportagem. 




Os três momentos


Nesta história há três momentos chave que é preciso identificar.

1) A 17 de Outubro de 2017 o Benfica foi alvo de buscas e nesse dia escondeu informação financeira e contabilística dos inspectores da PJ. 

2) Já depois das buscas de 17 de Outubro, o MP solicitou a entrega de informação financeira e contabilística em duas ocasiões. O Benfica não respondeu à notificação do MP.

3) O facto de o Benfica não ter entregue a informação pedida fez com que a procuradora-adjunta, Andreia Marques tenha ordenado novas buscas ao Estádio da Luz a 30 de Janeiro de 2018. A diligência visava a localização e apreensão de documentação contabilística da Benfica SAD e sociedade participadas. Para além disso o MP pretendia ter acesso a extractos de conta de clientes e fornecedores.

Ao cuidado da senhora juíza Ana Peres - Parte I


Aquando das primeiras buscas, a 17 de Outubro de 2017, o MP não encontrou os documentos financeiros e contabilísticos como são os extractos de conta de clientes ou fornecedores. Todos estes documentos que eram a base fundamental da diligência, não foram encontrados no Estádio da Luz. Ora, alguém acha normal que documentos desta relevância não estejam nas instalações da entidade? Onde é que as empresas guardam as suas informações financeiras e contabilísticas? Não é dentro das suas portas? Onde estavam os documentos? Foram arejar? Com jeitinho até podem ter ido passar um período de férias a casa da mãe de algum dirigente, como aconteceu em outras paragens. 

Coincidência das coincidências, em Outubro de 2017, José "toupeira" Silva estava em plena actividade de recolha de informações para passar a Paulo Gonçalves sobre processos judiciais que envolviam o Benfica e outras sociedades desportivas. 

Olhando para o despacho de acusação, que é público e pode ser consultado por toda a gente, conseguimos vislumbrar que nos dias que antecederam estas busca de 17 de Outubro de 2017, foram feitas uma série de consultas relativas a este processo. Aqui fica um pequeno excerto dos acessos a este processo nos dias que antecederam estas buscas no Estádio da Luz.

Despacho de acusação do processo e-Toupeira
José "toupeira" Silva consultou este processo por 203 ocasiões em 95 dias diferentes entre 15-06-2017 e 03-03-2018. É obra.

Como podem verificar no print anterior, José "toupeira" Silva consultou este processo diariamente, com excepção do fim-de-semana (14 e 15). Portanto, assim que as buscas foram autorizadas a informação ficou disponível para consulta na plataforma. Para além da data em que as mesmas iam ser realizadas é também disponibilizada a informação fundamental sobre os elementos de prova que se pretendem recolher. 

Ou seja, José "toupeira" Silva soube com antecedência que o Benfica seria alvo de buscas a 17 de Outubro e que o foco principal incidia sobre informação financeira e contabilística do Benfica. Por mera coincidência no dia em que as buscas se realizaram, os documentos que os senhores da PJ pretendiam encontrar não estavam nas instalações do Benfica. Há coisas verdadeiramente incríveis. 

Mais incrível do que isto, só o facto de no despacho de acusação do processo e-Toupeira estar versado que José "toupeira" Silva imprimiu este processo e entregou-o em mão a Paulo Gonçalves. É engraçado que aquando das buscas surpresa realizadas pela PJ ao Estádio da Luz em Março de 2018, foi encontrado na secretária do Paulo Gonçalves a tal processo imprimido e entregue por José "toupeira" Silva. Coincidências.

Ao cuidado da senhora juíza Ana Peres - Parte II


Uma vez que nas buscas de 17 de Outubro não foram encontrados os documentos nas instalações do Benfica, o MP pediu ao clube a informação financeira e contabilística necessária para avançar com a investigação por duas ocasiões. O Benfica optou por não entregar essas informações à investigação. Nada mal para o clube que sempre se disse disponível para colaborar com a justiça. Provavelmente estavam a aguardar que os documentos viessem das férias na casa da mãe de algum dirigente. 

Ao cuidado da senhora juíza Ana Peres - Parte III


Face ao desaparecimento dos documentos nas buscas de 17 de Outubro e face ao facto de o Benfica ter ignorado por duas vezes o pedido da entrega desses documentos às autoridades, a procuradora-adjunta, Andreia Marques ordenou novas buscas ao Estádio da Luz a 30 de Janeiro de 2018. 

Curiosamente, na véspera destas novas buscas, José "toupeira" Silva consultou duas vezes o processo no final do dia de trabalho, como podem ver. 

Despacho de acusação do processo e-Toupeira

Portanto, José "toupeira" Silva teve conhecimento antecipado que no dia seguinte iriam ocorrer buscas no Estádio da Luz no âmbito deste processo. Curiosamente, nestas buscas a PJ lá conseguiu ter acesso a alguns destes documentos. Escusado será dizer que as informações recolhidas pouca ou nenhuma relevância tiveram para a investigação. 

Para fechar


Portanto, alguém acredita que Paulo Gonçalves teve informação antecipada a dar conta de buscas no Estádio da Luz e que a guardou para si sem nunca informar a administração do Benfica e os seus advogados. Curiosamente, os documentos fundamentais para a investigação não estavam no Estádio da Luz no dia das buscas. Está mais do que visto que a senhora juiza do processo e-Toupeira parece acreditar em milagres. 

Entre outros argumentos patéticos, a senhora juíza Ana Peres decidiu ilibar o Benfica no âmbito do processo e-Toupeira por considerar que "os crimes imputados a Paulo Gonçalves nada têm a ver com o interesse colectivo da sua entidade patronal". Era bom que a senhora juíza pedisse o processo dos emails para ler as conclusões da investigação. Talvez assim, também na cabeça da senhora se pudesse fazer alguma luz. Ou então é uma questão de ver demasiada luz e não haverá nada a fazer. Fica a informação para os senhores juízes do tribunal de relação de Lisboa que irão analisar o recurso interposto pelo MP da vergonhosa decisão da Juíza Ana Peres. 

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

4 pontos em 12 possíveis


Jogar para ganhar e ver os nossos atletas a darem tudo em campo para conseguirem a vitória. Resumindo de forma muito sucinta, eu diria que estes são os dois pilares de exigência mínima que os adeptos dos clubes grandes têm em relação às suas equipas. Quando um destes dois ingredientes não é servido aos Sportinguistas, temos um problema. Um grande problema. Infelizmente, isto tem acontecido nas últimas jornadas da Liga. 

Chegamos ao Natal...


Quer-me parecer que os Sportinguistas ainda não se aperceberam que o clube vive neste momento uma enorme crise de resultados. Nas últimas 4 partidas do campeonato, vencemos apenas um jogo. São apenas 4 pontos em 12 possíveis. A série negra começou com a derrota em Guimarães. Depois vencemos com dificuldade o Belenenses (2-1), perdemos com o Tondela e empatamos com o Porto. 

Se o Sporting tivesse vencido estas partidas seria hoje líder isolado do campeonato. E é sobre isto que devemos reflectir, analisando o que foi o comportamento da equipa nestas partidas.

Vitória de Guimarães


A máquina goleadora de Marcel Keizer ficou pela primeira vez em branco, num jogo em que tivemos a felicidade de ter na baliza um inspirado Renan Ribeiro, que impediu uma goleada das antigas. Foram 5 enormes defesas. Aqui ficam elas.


Se em termos defensivos a coisa foi má, em termos ofensivos foi ainda pior. Só Raphinha em duas jogadas individuais conseguiu criar algum perigo, numa partida em que o Sporting fez apenas 2 remates enquadrados com a baliza adversária. Um resultado sem margem para dúvidas que só pecou por escasso.

De seguida mais uma exibição cinzenta em Alvalade contra o Belenenses, mas onde se conseguiu uma vitória pela margem mínima. O pior estava reservado para a semana seguinte.

Tondela


A partida com o Tondela foi a maior vergonha da época. É inadmissível que se perca um jogo destes numa fase tão importante da época. Não há desculpa para se oferecer três pontos extra de vantagem ao Porto antes do clássico de Alvalade. Ainda por cima contra uma equipa que nunca tinha vencido o Sporting. Para ajudar à festa, jogamos contra 10 durante 40 minutos mais os descontos. Durante esse período ainda conseguimos o feito de sofrer mais um golo. Inqualificável.

Para além de todas as falhas de abordagem ao jogo, falhas de concentração, jogadores displicentes, etc, há um assunto que merece análise, até porque poderia ser decisivo no desenrolar do jogo.

A não convocatória de Luís Phellype, que nesta altura já tinha 15 dias de Sporting foi inexplicável. A lesão de Bas Dost e o regresso de Montero à competição após lesão "obrigavam" Keizer a convocar o avançado. Pior do que a decisão, só a explicação de Keizer:

"O Luiz Phellype vem da segunda liga, ainda não está perfeitamente adaptado ao Sporting. Não se pode vir da segunda liga e jogar logo no Sporting. Foi por isso que não o convoquei. Trouxe o Montero que é um grande avançado".

Se "não se pode vir da segunda Liga e jogar logo no Sporting", porque raio é que se foi buscar o jogador. Que tipo de reforço é este?

De facto, Luiz Phellype vem da 2ª Liga. Competição onde foi o melhor jogador nos meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro e onde ainda é o melhor marcador. E não falamos de um jogador inexperiente na principal divisão do futebol português. Na realidade o avançado brasileiro já participou em 4 edições da Liga Portuguesa onde fez 47 jogos e marcou 11 golos. Falamos de um atleta que inclusivamente já marcou ao Benfica e ao Braga. Ainda para mais, o Sporting jogava num terreno dentro daqueles que se encontram na 2ª Liga e contra uma equipa cujo "tipo de futebol" é um clássico da segundona. Como se tudo isto não fosse suficiente, Marcel Keizer chegou ao cúmulo do ridículo quando colocou os centrais do Sporting na posição de ponta de lança no final da partida. Pior ainda foi convocar o jogador para o jogo com o Porto dias depois. Portanto, não estava pronto para jogar com o Tondela, mas estava pronto para jogar com o Porto. Tá certo.

Saliento esta decisão para expressar a minha profunda preocupação por ter no banco do Sporting um treinador que só no final do jogo é que percebeu que precisava da presença na área de jogadores mais dotados fisicamente. Algo que todos os adeptos de futebol em Portugal já sabem desde o berço. Assim como sabem que colocar um avançado no eixo do ataque cuja principal valência é a velocidade, frente a uma equipa como o Tondela é ridículo, uma vez que este tipo de equipas joga num bloco baixo e compacto, não permitindo grandes espaços. Por tudo isto, eu diria que 99% dos Sportinguistas tinham levado Luís Phellype para jogo. Um ponta de lança habituado ao confronto físico na área e com capacidade de finalizar as jogadas. Pelo menos deve finalizar melhor do que qualquer central do Sporting, digo eu.


Porto


Depois destas brincadeiras chegamos ao clássico com o Porto a 8 pontos dos rivais quando deveríamos estar a 2 pontos e apontar para a ultrapassagem. Infelizmente, as péssimas exibições em Guimarães e em Tondela não nos permitiram chegar em boa posição ao clássico, razão pela qual só havia um resultado possível para o Sporting: a vitória. A conquista desses três pontos daria um novo alento à época do Sporting e a esperança renascia para o resto de campeonato. Por isso mesmo, não consigo compreender a falta de ambição que o Sporting demonstrou na partida.

Num jogo que precisávamos desesperadamente de vencer, Marcel Keizer decidiu abdicar das duas características principais do seu futebol: pressão alta com reacção imediata à perda da bola e defesa subida. E este é um dos principais pontos de interesse a retirar desta partida. No final do jogo de estreia de Marcel Keizer em Alvalade (Sporting-Aves), José Mota, treinador do Aves, referiu que "os treinadores portugueses são muito bons a anular todas as ideias que aparecem". Marcel Keizer decidiu imitar o treinador português estando mais preocupado em anular as ideias do Porto, nomeadamente a profundidade de Marega, do que em impor a sua ideia de jogo. Relativamente a esta matéria, parece-me que temos aqui um dos principais temas de análise do futebol do Sporting nas próximas semanas.

Olhando para este jogo, a ideia clara com que fico é que Marcel Keizer teve medo de o perder. Algo que também aconteceu com Sérgio Conceição. Só que há uma diferença muito grande entre estas abordagens. A vantagem que o Porto trazia permitia-lhe controlar o jogo e jogar com dois resultados possíveis, por forma a retirar da corrida um candidato ao título. E o objectivo foi conseguido. No início de Fevereiro há um Sporting-Benfica e basta o Benfica não vencer para que as contas do título fiquem praticamente fechadas para os portistas.

No caso de Keizer, o medo sobrepôs-se à necessidade imperiosa de vencer a partida. E isso eu não posso admitir, porque o Sporting tinha de fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para conquistar os três pontos. Ainda para mais quando a diferença entre empatar ou perder era pouca. No final do jogo a sensação que ficou nos Sportinguistas foi que a equipa não fez tudo o que podia para tentar vencer o jogo. E isso é inaceitável. Mais do que uma questão técnica ou táctica, falamos da honra do Sporting. É isso que está em causa. O Sporting não se pode contentar com um empate frente ao Porto quando está a 8 pontos do rival. Não pode!

Para fechar


Nos últimos 4 jogos do campeonato o Sporting conseguiu apenas fazer 4 pontos dos 12 possíveis. Foram 8 pontos perdidos. Tantos quanto os pontos perdidos pelo Porto em toda a 1ª volta da Liga. Isto dá muito que pensar e é bom que não se tente branquear a crise de resultados do Sporting. Estes desaires não são para varrer para debaixo do tapete e têm de ser dissecados pelos dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos. É preciso perceber o que está a corre mal e urge dar uma resposta condigna nas próximas semanas, sob pena de o Sporting entrar numa espiral negativa que será catastrófica para o clube. Está na hora de as responsabilidades serem assumidas e de se dar a volta ao texto. É isso que os Sportinguistas querem.


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