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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Os culpados pela multa aplicada pela FIFA ao Sporting


Uma das principais notícias do dia de ontem foi a multa aplicada pela FIFA ao Sporting e Benfica devido a infracções ao Regulamento Internacional de Transferências, mais concretamente a proibição de detenção de propriedade de passes de futebolistas por parte de terceiros (TPO). Um assunto que é preciso analisar devidamente.

O comunicado da FIFA


Excerto comunicado da FIFA (aqui)
No comunicado do comité de disciplina da FIFA pode ler-se que o Sporting foi punido com uma multa de 110 mil francos suiços (cerca de 92 mil euros), por ter feito dois contratos que "permitiam a uma terceira parte influenciar a independência do clube", assim como por não ter divulgado a existência de um contrato de TPO e de não ter preenchido correctamente uma informação obrigatória no ITMS (sistema de transferências).

Para quem não percebeu, a FIFA diz que o Sporting de Godinho Lopes "permitiu a uma terceira parte (Doyen) influenciar a independência do clube". Mas alguém 

Os contratos em causa


A FIFA não refere que contratos são esses, mas a imprensa de hoje adianta que se tratam das contratações de Marcos Rojo e Zakaria Labyad, que como sabemos, foram contratados através da Doyen. 


Os credíveis


Godinho Lopes, Luís Duque e Carlos Freitas foram os responsáveis por este acordo ruinoso com a Doyen. É incrível como passados 5 anos, o Sporting ainda não se tenha conseguido ver livre de todo o lixo deixado debaixo do tapete por esta gente. Estamos a falar de uma multa de 92 mil euros a que se soma todo o prejuízo deixado no clube e na SAD pelo ex-sócio Godinho Lopes e "sus muchachos".

Importa referir que neste momento corre uma acção contra Godinho Lopes por gestão danosa, onde o Sporting exige 31,6 milhões de euros ao seu antigo presidente. Diz o jornal Abola que o Sporting irá acrescentar esta multa ao valor pedido a Godinho Lopes. Concordo em absoluto, mas acho que ainda há algo mais que pode ser feito. 

Em relação a medidas disciplinares, um grupo de sócios do Sporting apresentou um requerimento ao Conselho Fiscal e Disciplinar que visava a expulsão de sócio destes três senhores. Na altura foi decidida a expulsão de sócio de Godinho Lopes e a suspensão por 1 ano de Luís Duque. Carlos Freitas não foi sancionado porque nem sequer era sócio do Sporting. Ora, tratando-se de um novo caso resultante desta gestão, parece-me que há toda a lógica para que Luís Duque seja alvo de novo processo disciplinar em relação a esta matéria. 

Devo recordar que em Outubro de 2012 - cinco meses antes das eleições - Godinho Lopes acordou a saída de Carlos Freitas e Luís Duque do Sporting. Nesse acordo, Godinho Lopes aceitou pagar mais de meio milhão de euros de indemnização (210 mil euros para Carlos Freitas e 307 mil euros para Luís Duque). Acordos que o Sporting tem contestado em tribunal desde o dia em que Bruno de Carvalho entrou no Sporting. 

É também de extrema relevância dizer que todas estas diligências contra estes senhores foram aprovadas nas Assembleias Gerais do clube, após as auditorias de gestão apresentadas aos sócios. 

Para fechar, recordar apenas o seguinte:


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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Bruno de Carvalho e os tribunais


Ao longo dos últimos anos muito se tem falado dos processo movidos pelo Sporting sob a liderança de Bruno de Carvalho. O "tolinho dos processos", como tem sido apelidado o presidente do Sporting pelo encartilhados, é já um clássico dos bitaites entre adeptos. Vamos lá analisar esta situação:

A cartilha


Há precisamente um ano, os adeptos encartilhados atacaram Bruno de Carvalho com tudo o que tinham sobre os processos em curso interpostos pelo e contra o Sporting. Na altura foram requentar notícias, como a decisão do caso Doyen que foi tomada em Dezembro de 2015. Tudo isto com a conivência dos encartilhados dos jornais.

Na altura, Bruno de Carvalho escreveu o seguinte no seu facebook:


"Ontem saiu um surto de notícias sobre dívidas que nem sei se não há aí algum magnata que nos ajude. O Sporting tem o menor passivo de todos. Perdeu com Carlos Freitas? Sim. Com a Doyen há meses? Sim. Mas ontem a campanha foi concertada, quase como a orquestra da Gulbenkian... Orgulhosamente, estamos equilibrados, estamos completamente calmos com o que se está a passar. Todos os processos podem ganhar-se ou perder-se e cá estamos em três anos num clube que diziam falido que não faliu. Quando cheguei, houve pessoas que me iam fechar a torneira e que ia morrer. Eu estou cá e algumas dessas instituições já não estão cá. Não gosto é de orquestras, só das sinfónicas".

Bruno de Carvalho, 28 Abril 2016


Ontem ficamos a saber o veredicto em relação ao "caso Labyad". Motivo pelo qual é interessante fazer uma actualização nos valores e nos casos em que o Sporting tem ido para tribunal. Vejamos:

Caso "Labyad"



Mais 900 mil euros que ficam nos cofres de Alvalade e que com Godinho Lopes teriam seguido para o bolso de um tal de Jorge Pires, "por serviços de intermediação".

Caso "Bruma"


Quem não se lembra de personagens como Bebiano Gomes ou de Catio Baldé. A telenovela foi alimentada diariamente pelos jornaleiros e escribas nacionais.


Resultado do processo:



Caso "Elias"


Mais um caso quente herdado de Godinho Lopes, que a actual direcção do Sporting soube resolver com mestria.


Numa primeira fase o Sporting chegou a acordo com o jogador.

(link da notícia)

E depois efectuou a venda dos 50% do passe que detinha.

 

Caso "João Moutinho"


Mais uma batalha jurídica ganha pelo Sporting desta vez contra o FC Porto a propósito da transferência do jogador.



O Sporting recorreu ainda de outras questões relacionadas com o caso. Questões essas que ainda não foram deliberadas em sede de recurso.

Caso "Atila Turan"



Mais uma contratação á moda de Godinho Lopes que a actual direcção conseguiu resolver.

Caso "Yannick Djaló"



Outro problema resolvido depois da completa falta de capacidade de Godinho Lopes e seus pares.

Caso "Pedro Sousa e Irene Palma"


ReC Semestral Sporting 15/16

Caso "Galp"



Uma poupança de apenas 5,25 Milhões de Euros. Coisa pouca...

Casos Pendentes


Bojinov - Sporting condenado em primeira instância a pagar 600 mil Euros quando o jogador reclamava 6,5 Milhões. Sporting interpôs recuso estando a aguardar-se a decisão.

Maurício do Vale - Sporting condenado em primeira instância a pagar 200 Mil Euros. Sporting interpôs recuso estando a aguardar-se a decisão.


As derrotas


Neste momento o Sporting tem apenas duas derrotas transitadas em julgado. O "caso Carlos Freitas" e o "caso Doyen". 


Resumindo



Estes são os processo que o Sporting venceu durante o mandato de Bruno de Carvalho. Tudo somado, são 25,5 Milhões de Euros ganhos em processos judiciais. 

Vejamos agora os processos que ainda não tiveram decisão definitiva:

Estamos a falar de 200 mil euros para Maurício do Vale e de 600 mil euros para Bojinov em processos em que na primeira instância não foi dada razão ao Sporting. Se pensarmos que Bojinov reclamava 6,5 Milhões de Euros e apenas lhe foi concedido um valor na casa do 600 mil euros, não podemos considerar este caso como uma derrota efectiva pelo Sporting. Estamos a falar de uma diferença de quase 6 Milhões de euros.

Vejamos agora as derrotas:

Carlos Freitas, mais um "menino" de Godinho Lopes conseguiu "sacar" ao Sporting mais 209 mil euros. O tão falado "caso Doyen" foi também perdido pelo Sporting. Os leões tiveram de pagar 12 Milhões de euros mais juros.


Mas este caso precisa de uma explicação adicional. Vamos lá:

Quando o Sporting comprou Marcos Rojo ao Spartak de Moscovo, os leões investiram 1 Milhão de Euros e a Doyen investiu 3 Milhões de Euros. O Sporting ficou com 25% e a Doyen com os restantes 75%. O Sporting vendeu o jogador ao Manchester United por 20 Milhões de Euros. Se o clube não tem denunciado o contrato com a Doyen teria ficado com 5 Milhões de Euros e os restantes 15 Milhões iriam para a empresa de Nélio Lucas.

Antes de vender o jogador, o Sporting denunciou o contrato e por isso recebeu os 20 Milhões na totalidade. Desses 20 Milhões, o Sporting transferiu de imediato para a conta da Doyen os 3 Milhões investidos aquando da compra do jogador. Daí que o tribunal tenha condenado o Sporting ao pagamento de 12 Milhões de Euros (15M - 3M já pagos) mais os juros. 

Isto quer dizer que o Sporting em todo o processo com a Doyen teve de pagar juros de 12 Milhões de Euros durante cerca de dois anos e meio. Este dinheiro foi uma grande ajuda para permitir que o Sporting cumprisse a questão do fair-play financeiro deixado por José Eduardo Bettencourt e Godinho Lopes, e ainda deu para começar as obras no Pavilhão João Rocha que está em fase de acabamento. 

No início desta semana, o TAS anunciou a decisão definitiva em relação à proibição dos Fundos.


Perdemos o processo com a Doyen na certeza que o Sporting bateu-se pelo que acreditava. De qualquer forma, a acção de Bruno de Carvalho e do Sporting foram decisivas para que os fundos se tornassem ilegais no mundo do Futebol. Uma decisão que foi tornada publica no inicio desta semana e que curiosamente não chegou aos programas dos encartilhados e nos jornais pouco ou nenhum destaque teve. Por que será?

Fica feito o esclarecimento.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Os "Djim" do Dragão


Célestin Djim e o irmão Tony Djim chegaram ao FC Porto no verão de 2014 pelas mãos de Luciano D'Onofrio. Tony mantém-se na formação do Porto ao contrário de Célestin que participou em 3 partidas na equipa B antes de ser emprestado ao Freamunde onde fez sete golos na segunda liga durante a época 2014/2015. Vamos perceber o que aconteceu dai para a frente.

Negócios à moda do Porto


A 4 de Julho de 2015 Carlos Eduardo foi anunciado como reforço do Al Hilal.


Cerca de duas semanas depois, a 18 de Julho o Metz de Carlos Freitas - antigo funcionário do Sporting - anunciou a contratação de Célestin Djim, por empréstimo do FC Porto. 


Link do comunicado (aqui)

Como é possível verificar, o site do clube francês informa o empréstimo por uma época do jogador que chegava do Porto.

Mas qual é a relação entre estes dois jogadores?


Carlos Eduardo esteve por empréstimo no Nice em 2014/2015 e o clube francês ficou com direito a uma percentagem da venda do passe do jogador. Segundo o que foi falado na altura, a percentagem andaria na casa do 10%.

Ora, o Porto usou a chamada venda em "pacote". Para além de Carlos Eduardo, Célestin Djim também entrou no negócio. O Porto vendeu 50% do passe de Carlos Eduardo e 100% do passe de Célestin Djim ao Al Hilal por 5,5 Milhões de Euros. Desta forma, o Nice só receberia 10% da avaliação de Carlos Alberto no tal pacote e não os 10% do valor total.

O que diz o Relatório e Contas do Porto



Como podem verificar, o clube não discriminou os valores das vendas. Informa apenas que foram alienados direitos económicos de Celestin Djim e Carlos Eduardo. Informam também que a SAD detém um credito de 5,5 Milhões de Euros do Al Hilal.


Footballeaks mostra o resto


Link da notícia (aqui) 

Como podem verificar, o Porto vendeu Carlos Eduardo por 2 Milhões de Euros e Celestin Djim por 2,5 Milhões de Euros. Há coisas incríveis não há? Um desconhecido que jogava na segunda Liga vale mais do que Carlos Eduardo.

Isto equivale a dizer que o Nice deixou de receber 550 mil euros para receber apenas 200 mil euros. Com esta jogada o Porto encaixou 350 mil euros a mais do que o que estava acordado.

O Freitas do Metz


Curiosamente, o primeiro jogador dos quadros do Porto a ser associado ao Metz foi Kayembe. Mais um atleta com passado na Standard de Liege, clube onde Luciano D´Onofrio tem fortes ligações. Estou certo que estão recordados de Mangala e Defour. 

Tweet do jornalista desportivo francês, Nicolas Vilas 

Kayembe que custou uma verdadeira "pipa de massa". Ora vejamos:


Cerca de 2,6 Milhões de Euros por um completo desconhecido que chegou ao Porto sem ter feito um único jogo pelo clube belga. Quem ficou com a massa foi a Danubio Finanzierungsleistungen und Marketing GMBH,que abordarei mais em baixo.

A notícia do dia


Link da notícia (aqui)

Curiosamente, no caso Kayembe a Fifa condenou o Porto a pagar 190 mil euros de indemnização ao Standard de Liege. Em relação aos manos Djim, o processo irá agora decorrer no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) e os belgas pedem 400 mil euros de indmnização devida pela formação dos dois atletas.


O Tony merece uma "Carreira"



Tony, o mano mais novo dos "Djim", também está envolvido em negócios "interessantes". Segundo o Footballeaks os contratos dos manos Djim com o Porto eram iguais. A saber, 50% do passe para a SAD, 50% para a Danubio. Se algum dos irmãos Djim fizer 5 jogos pela equipa A, a SAD tem que comprar 20% do passe por 1,5M€; e se houver uma renovação de contrato, a SAD tem que comprar mais 10% por 1M€. 

E não é que isso já aconteceu! 


Tudo isto deveria merecer uma profunda reflexão por parte dos portistas e da imprensa nacional. Como é habitual, estes assuntos não interessam à imprensa que não gosta de "ferir" os seus amigos e os interesses instalados. Basta ver o que acontece no carrossel de Jorge Mendes que é completamente branqueado pela imprensa nacional.

Siga a banda!

Nos próximos dias farei mais um post sobre este assunto.

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sábado, 19 de março de 2016

O "rombo" de 73,6M de Godinho Lopes, José Eduardo Bettencourt "y sus muchacos"


A Sporting SAD formalizou ontem um acção contra 9 antigos dirigentes/funcionários na justiça civil. São reclamados 73,6 Milhões de Euros em indemnizações. Importa salientar, que a apresentação destes processos na justiça, foi levada a Assembleia Geral do clube e da SAD tendo sido aprovada por larga maioria. 




O "outro" processo


Convém referir que este processo é diferente de um outro que foi colocado contra Godinho Lopes, Luís Duque, Carlos Freitas e Nobre Guedes. Nesse caso o Sporting reclama 7,6 Milhões de Euros relativos aos negócios "Rodriguez, Izmailov e Jeffren". Em primeira instância, o tribunal "julgou-se materialmente incompetente para conhecer do litígio"  pelo que o processo continuara a desenrolar-se nos termos legais num tribunal competente para o efeito. 

De seguida faço um simples histórico dos cargos que assumiram no Sporting. Nos próximos meses escreverei mais sobre estes "artistas" e sobre a "gestão de topo".

Godinho Lopes 

 


Entrou para a Direcção do Sporting Clube de Portugal em 12 de Fevereiro de 1999, como vice-presidente na área do património, numa altura em que a construção do Complexo Alvalade XXI e da Academia Sporting estavam em fase de projecto. Ocupou o lugar de Presidente da NEJA (sociedade Novo Estádio José Alvalade, SA). 

Em 2003, demitiu-se das suas funções no Sporting, devido a problemas pessoais com a justiça.

Regressou ao Sporting nas eleições de 2011 assumindo a presidência até inicio de 2013. Em 2015 na sequência da Auditoria de Gestão ao Sporting que estava em curso, um conjunto de 76 sócios (tenho muito orgulho de ter sido um deles) solicitou a abertura de processos disciplinares contra alguns associados, visando a sua expulsão do Clube. Assim, em Junho desse ano o Conselho Fiscal anunciou em Assembleia Geral a aplicação a Godinho Lopes, por seis votos a favor e uma abstenção, da sanção disciplinar de expulsão, considerando a prática de infracções disciplinares muito graves para a imagem e património do Clube.

 

José Eduardo Bettencourt



Chegou ao clube em 2001 pela mão do seu amigo Miguel Ribeiro Telles. Em 2002 Bettencourt foi promovido Administrador Executivo da SAD no mandato de Dias da Cunha, funções que desempenhou até 2004.

Em 2006 regressou ao Sporting como vice-presidente no mandato de Soares Franco. Quando este anunciou que não se recandidataria, avançou para a presidência em Junho de 2009. O seu mandato duraria até Janeiro de 2011.

Luís Duque 



Começou a carreira no mundo do futebol na presidência da AF Lisboa. Em 99/00 José Roquette dá a Luís Duque autonomia total no futebol e torna-o presidente da SAD. Cargo que mantém até ao final da temporada 00/01.

Em Março de 2011 regressa ao Sporting como Administrador da SAD na gerência de Godinho Lopes, tendo abandonado o barco a meio da época 12/13. Mais tarde, tornou-se Presidente da Liga com apoio de Porto e Benfica.

Nobre Guedes




Entrou para o Sporting em 2006 como vogal do Conselho Directivo liderado por Filipe Soares Franco, tendo desempenhado também as funções de Administrador das empresas do grupo, Sporting Património e Marketing e Sporting Comércio e Serviços. 

Em 2009 transitou para a Direcção presidida por José Eduardo Bettencourt, como Vice Presidente para a área financeira. No dia 14 de Fevereiro de 2011, na sequência da demissão de José Eduardo Bettencourt, assumiu interinamente a Presidência do Sporting Clube de Portugal, até às eleições de 26 de Março.

 

Silva e Costa 

 




Entre 2000 e 2009 exerceu os seguintes cargos no Grupo Sporting: Administrador da Sporting, Com da Sporting Comércio e Serviços, da Sporting Património e Marketing e da Sporting, SGPS;Vice-presidente do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal e Presidente do Conselho de Administração da Sporting Multimédia SA. 

Depois da demissão de Carlos Barbosa( Vice-presidente de Godinho Lopes) em 2012, Silva e Costa foi cooptado para o cargo de Vice-presidente do Sporting CP. Em Outubro de 2012 torna-se Administrador da SAD depois da renuncia de Luís Duque.

 

Francisco Louro 

 


Administrador Sporting SAD no mandato de José Eduardo Bettencourt.

 

Lino de Castro

 

 

No dia 5 de Junho de 2009 foi eleito Secretário da Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal, na lista liderada por Dias Ferreira, funções que exerceu até 14 de Fevereiro de 2011, altura em que assumiu a Presidência do Órgão máximo do Clube, em virtude da demissão do Presidente Dias Ferreira e do vice-presidente Paulo Abreu. Simultaneamente foi administrador da Sporting SAD.

 

Carlos Barbosa

 

 


Presidente do ACP e vice-presidente do Sporting CP com o pelouro pela area comercial no mandato de Godinho Lopes. Pediu a demissão do cargo 11 meses depois de ter sido eleito.

Carlos Freitas

 


Carlos Freitas entrou no Sporting pela mão de Luís Duque e manteve-se até 2008 tendo ocupado diversos cargos entre os quais:
Conselheiro do Presidente do Conselho de Administração do Sporting, Sociedade Anónima Desportiva de Futebol, SAD (Novembro 1999 - Maio 2000);
Director Geral do Sporting, Sociedade Anónima Desportiva de Futebol, SAD (Junho 2000 - Abril 2001);
Director do Sporting, Sociedade Anónima Desportiva de Futebol, SAD (Maio 2001 - Maio 2005);
Director Desportivo do Sporting, Sociedade Anónima Desportiva de Futebol, SAD (Outubro 2005 - Junho 2006);
Conselho de Administração do Sporting, Sociedade Anónima Desportiva de Futebol, SAD (Julho 2006 - Fevereiro 2008)

Em 2011 regressa ao Sporting com Luís Duque com o cargo de director desportivo, no mandato de Godinho Lopes. Pediu a demissão com Luís Duque em Outubro de 2012.




As apresentações estão feitas. A análise à "obra" destes "artistas" será feita nos próximos tempos.


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