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domingo, 18 de junho de 2017

Os protegidos do "Apito Abençoado"


Os emails divulgados pelo Porto no "Apito Abençoado" servem apenas de validação a uma realidade conhecida de todos aqueles que estão mais identificados com o fenómeno futebolístico nacional. A forma como os árbitros sobem de categoria, como as suas avaliações e nomeações são condicionadas consoante o interesse do Benfica, entre tantos outros temas. 

Os protegidos 


Proponho ao leitor um recuo até Março de 2016, a uma crónica escrita pelo antigo árbitro Jorge Coroado que a seu tempo, (estamos a falar de uma crónica com mais de um ano), denunciou uma história de "ficção" que hoje é confirmada como uma triste realidade. 


Uma verdadeira novela da vida real...

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Oposição atenta e vigilante


Com a prosápia própria de quem nada tem, nada fez e demonstra absoluta pequenez, o membro do CA da FPF com o epíteto de presidente, veio às lides anunciar a ida dos dois principais árbitros nacionais a países do Médio Oriente para ali dirigirem jogos das competições internas. 

Porque em plena fase das grandes decisões nas provas europeias, não fossem aqueles esclarecimentos, quem lesse o “Boletim de Indisponibilidade” por aquele órgão editado, onda consta terem ambos sido designados para jogos internacionais, pensaria terem sido indigitados para Liga dos Campeões ou Liga Europa. Assim, todo o universo do futebol nacional deve sentir orgulho, incomensurável alegria pois, competições catalogadas como terceira ou quarta divisão no conceito da FIFA são merecedoras de encómios pelo putativo máximo dirigente do CA. 

Sabendo que tudo o que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida, partindo do natural raciocínio que os filiados em causa não engravidam, não cometem ilegalidade ou ato imoral por respeitarem a designação, os mesmos deverão sentir compreensível agradecimento por poderem engordar o pecúlio e durante uns dias estarem longe de incongruências. No passado, quando situações semelhantes ocorreram, os Dirigentes de então, pessoas simples e despretensiosas, esclareciam que as designações verificadas se deviam a “pedidos formulados pelas Federações respetivas”. 

Enfim, não foi por acaso que Aldous Huxley escreveu: “A maior lição que a História tem para nos dar É que ninguém aprendeu com as lições que a História nos deu”. Entretanto, para as provas internas, as designações para os jogos do próximo dia 20, segunda-feira, não foram anunciadas em conjunto com as demais. Porque será? Que razões objetivas e determinantes subsistem? Os contendores não oferecem garantias de sensatez e decoro? Haverá riscos de “contaminação” de transparência e respeito competitivo?

Artigo de Jorge Coroado no jornal Ojogo de 17-02-2017

Este post enquadra-se na minha análise de ontem (aqui).

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domingo, 29 de janeiro de 2017

Jorge Coroado explica a "promiscuidade" no mundo do apito


Existe, hoje, razoável número de ex-árbitros, como eu, emitindo opinião sobre arbitragem. Há poucos que, podendo orgulharem-se da carreira, sem olvidar erros próprios, expressam opinião convicta, denunciam falhas, sugerem correções. Outros, agradecidos, reconhecidos pela forma como foram apoiados, considerados e “promovidos” sem competência para função, que sempre viveram no cinzentismo (viver não custa, custa saber viver), são delicodoces na escrita ou no dizer, falam pela metade, endrominam leitores e ouvintes na presuntiva defesa cega (maior cego é o que não quer ver) da classe. 

Classe cujos problemas não se resolvem com reuniões, meias palavras ou show-off como ocorrido duas semanas atrás. Resolvem-se com gente que saiba e seja capaz de cumprir regulamentos, não viva no limbo da promiscuidade. Quem exerce o amiguismo, protecionismo e transgride normas que deve zelar, contribui para desresponsabilização dos dirigidos, fomenta oportunismo, descredibiliza setor e põe a nu modo como desenvolveu seu percurso. 

Como pode o CA da FPF exigir dos seus filiados quando incumpre com Regulamento de Arbitragem? Aquele documento proíbe colaboração ao setor de quem mantenha relação com comunicação social. Porquê admitir que o Sr. Duarte Gomes, que escreve em jornal desportivo (Ok! Dou de barato ser título conveniente) e comenta em canal de TV, na primeira meia-final da Taça da Liga tenha integrado grupo que ajudou equipa de arbitragem com sistema de VIDEO-GOLO? Talvez por fazer defesa bacoca de decisões de filiados como fez, relativamente ao terceiro golo do Boavista diante do Benfica, usando metade do texto da XI Regra – Fora-de-jogo e respetivas explicações ou, na apresentação do CA da AF Lisboa, qual paladino da verdade, diplomaticamente ter zurzido em ex-árbitros que não integram grupo de ben…quistos e órgãos de comunicação que os acolhem.

Jorge Coroado, in jornal Ojogo 27/01/2017


Deixo o link para dois artigos meus sobre esta temática:


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sábado, 14 de janeiro de 2017

As Chaves do sucesso


O Sporting regressa hoje a Chaves para a I Liga. Aqui fica a recordação das últimas deslocações ao Municipal de Chaves.

Coroado e a azia



Os 2 minutos da vergonha




Fica a recordação. Veremos o que acontece mais logo.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Os protegidos do apito


Depois de na semana passada ter feito um post sobre um vergonhoso "combate de boxe" entre Marco Ferreira e José Leirós num programa televisivo (link), parece-me importante termos mais uma visão do que se tem passado na arbitragem nacional nos últimos anos. Recupero um artigo de Jorge Coroado, publicado no jornal Ojogo de 29 Março de 2016 e que está mais actual do que nunca. 





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