Não há maneira de o futebol português ganha credibilidade. Depois do "dolo sem intenção" os adeptos de futebol são obrigados a levar com a "interpretação desajustada".
Um roubo
Este lance ficará para a história do futebol português por ser a primeira vez que um vídeo-árbitro interfere numa jogada fora do protocolo. O responsável por esta vergonha é árbitro Manuel Oliveira que esteve aos comandos do VAR nesta partida. Para os adeptos que ainda não estejam bem familiarizados com o protocolo é importante referir que os lances de golos são revistos desde o início da jogada atacante. Ora, neste caso o inicio da jogada atacante do Sporting começa quando Bryan Ruiz consegue desarmar um adversário ficando a posse de bola com Montero junto à linha. Logo, a falta de Bruno Fernandes não pode ser analisada pelo VAR por ser uma situação anterior ao inicio da jogada ofensiva.
Indiscutível
Todos os experts dos jornais desportivos estão de acordo quanto ao lance e salientam a gravidade da decisão.
As explicações do Conselho de Arbitragem
Os senhores do Conselho de arbitragem decidiram vir a terreiro esclarecer o protocolo. Reparem como não são capazes de indicar claramente o estádio e o lance a que se referem. Esta omissão é já um clássico nas instituições desportivas nacionais e é um atentado à verdade desportiva. Relembro que esta situação ocorre também sempre que há um processo disciplinar a um agente desportivo. Nestes casos é comunicado apenas algo do género: "Esta a decorrer um processo de inquérito por ofensas a agente de arbitragem por parte de um agente desportivo". Nunca é referido o agente, o jogo ou sequer o dia da ocorrência. E depois querem que os adeptos acreditem nas instituições que tutelam o futebol nacional...
Estamos a falar de uma decisão que envergonha o conselho de arbitragem e que coloca em causa a ferramenta VAR. Perante isto, o conselho de arbitragem tinha a obrigação de dar um esclarecimento cabal sobre "o que passou se?". Mas não foi isso que fizeram. Estes artistas vieram debitar o que está no protocolo. Algo que para quem está atento ao fenómeno não é nenhuma novidade. Mas foram ainda mais longe inventando um novo conceito para o futebol português: "interpretação desajustada".
Mas qual interpretação se nem sequer estamos perante um lance subjectivo? Esta justificação é absolutamente surreal. A análise deste lance pode até ser comparada com uma ida ao dentista. Dou a indicação ao médico para me tirar o canino superior e ele tira-me o canino inferior que não tem qualquer tipo de problema. Das duas, uma. Ou estamos perante um caso de incompetência ou então foi mesmo um acto deliberado. Eu pergunto: Se isto vos acontecesse o que fariam?
O que vai fazer o Conselho de arbitragem? É possível um árbitro de primeira categoria não ter conhecimentos sobre o protocolo? Porque é que o audio não é tornado publico para os adeptos de futebol poderem analisar o que realmente se passou? Já repararam que o audio que o CA libertou foi precisamente num lance em que o Benfica saiu beneficiado num encontro com o Portimonense? O célebre audio do "aguenta, aguenta".
Para justificar o beneficio do Benfica, Fábio Veríssimo - VAR dessa partida - até teve direito a uma autorização especial do Conselho de arbitragem para prestar declarações à imprensa. Vamos recordar o que disse o apitador.
Desta feita parece que não há interesse em mostrar o audio e muito menos em dar oportunidade a Manuel Oliveira de publicamente explicar o que aconteceu. Por que será?
"Interpretação desajustada!?"
Estamos a falar de uma decisão que envergonha o conselho de arbitragem e que coloca em causa a ferramenta VAR. Perante isto, o conselho de arbitragem tinha a obrigação de dar um esclarecimento cabal sobre "o que passou se?". Mas não foi isso que fizeram. Estes artistas vieram debitar o que está no protocolo. Algo que para quem está atento ao fenómeno não é nenhuma novidade. Mas foram ainda mais longe inventando um novo conceito para o futebol português: "interpretação desajustada".
Mas qual interpretação se nem sequer estamos perante um lance subjectivo? Esta justificação é absolutamente surreal. A análise deste lance pode até ser comparada com uma ida ao dentista. Dou a indicação ao médico para me tirar o canino superior e ele tira-me o canino inferior que não tem qualquer tipo de problema. Das duas, uma. Ou estamos perante um caso de incompetência ou então foi mesmo um acto deliberado. Eu pergunto: Se isto vos acontecesse o que fariam?
O que vai fazer o Conselho de arbitragem? É possível um árbitro de primeira categoria não ter conhecimentos sobre o protocolo? Porque é que o audio não é tornado publico para os adeptos de futebol poderem analisar o que realmente se passou? Já repararam que o audio que o CA libertou foi precisamente num lance em que o Benfica saiu beneficiado num encontro com o Portimonense? O célebre audio do "aguenta, aguenta".
Para justificar o beneficio do Benfica, Fábio Veríssimo - VAR dessa partida - até teve direito a uma autorização especial do Conselho de arbitragem para prestar declarações à imprensa. Vamos recordar o que disse o apitador.
Desta feita parece que não há interesse em mostrar o audio e muito menos em dar oportunidade a Manuel Oliveira de publicamente explicar o que aconteceu. Por que será?
Mais uma "interpretação desajustada"
Os experts de arbitragem dos jornais são unânimes em considerar que ficou por assinalar um pontapé de penálti a favor do Sporting aos 30 minutos. O árbitro Luís Ferreira não viu motivo para penálti e mais uma vez, o senhor Manuel Oliveira teve uma "interpretação desajustada" do lance e não informou o árbitro da partida sobre esta infracção.
Um histórico incrível...
Por falar em "interpretação desajustada". Revejam o trabalho de Manuel Oliveira na única partida que apitou esta ano do Sporting.




